Clara luz da noite

Pensamento aos pedaços

Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta, que recebi hoje. Como estou pesquisando o roteiro das férias de janeiro, que estão chegando, julguei bastante pertinente o tema, até porque tenho que ouvir das pessoas que gasto todo o meu dinheiro com exatamente tudo o que eu quero, convenhamos, o dindin é meu, eu que trabalho para ganhar, período de férias é a única do ano para descansar, então... acho que realmente devo fazer o que quiser com ele!!!
O texto é de Max Gehringer, foi executivo, administrador, é palestrante e comentarista da rádio CBN e articulista da revista Época, além de ser bem humorado!!! E ele contou a seguinte história.

     Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na conta bancária. É claro que não tenho esse dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

Dia 12 de outubro
Dia Nacional da Leitura e Literatura



O calendário oficial de celebrações relacionadas à Cultura no Brasil passou a contar com mais uma data: o Dia Nacional da Leitura, a ser comemorado em 12 de outubro. Publicada nesta sexta-feira, 9 de janeiro, a Lei nº 11.899 - que também institui a Semana Nacional da Leitura e da Literatura - foi assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Cultura interino, Roberto Gomes do Nascimento.
Com a iniciativa, o Governo Federal pretende ressaltar a importância do hábito da leitura no país, fundamental no processo de formação do indivíduo e de inclusão sociocultural. Objetiva, ainda, destacar a criação literária e o papel da leitura, em especial entre os mais jovens, pois a data também é consagrada como o Dia da Criança.
A Cultura brasileira já contava com outras datas para celebrar o segmento do Livro, Leitura e Literatura - Dia do Bibliotecário, 12 de março;  Dia Nacional do Livro Infantil e Dia Internacional do Livro Infantil: 18 de abril;  Dia da Literatura Brasileira: 05 de maio; Dia Nacional do Escritor, 25 de julho; e Dia Nacional do Livro, 29 de outubro.



Júlia Roberts como Liz Gilbert em Comer Rezar Amar
Quando o livro foi lançado no Brasil e passou a ocupar o topo das listas dos mais vendidos, não dei muito crédito à ele... Não sabia bem do que se tratava, pensei que fosse mais um livro chatinho de auto ajuda enem me animei a ler... porém, quando começou a circular sinopses e entrevistas sobre o filme, mudei totalmente de idéia e corri ao cinema para assisti-lo.
Acabei de ver e me emocionar. O filme é bonito, tocante e exprime com palavras e ações o que, eu acredito, todos nós passamos ou temos vontade de fazer. Alguns tem coragem outros nem tanto, mas é preciso ter mais que isso e saber a hora certa de romper com uma vida inteira e ir em busca do equilíbrio, da paz interior para poder se encontrar verdadeiramente.
Fica como dica. Muito bom, vale a pena assistir! Até quero ler o livro agora!!!





Se fosse possível,
Iria pra Nárnia
Levava comigo
Um grande amigo.


Imagine só
que viagem seria
na mágica terra
de poesia.


A terra perfeita
onde o mau não existe
mas ele entrou
de onde foi que escapou?


De um lugar distante
feito um gigante
mas com muito amor
ele se findou.
E a minha história...
... esta acabou!

Pena que lá não existam Cafés!!!

                                       Olhos de Esmeralda




Quando entrei na faculdade de Biblioteconomia, ano do filme acima que uso como exemplo, comecei a ouvir dos professores sobre a imagem dos bibliotecários, na verdade, bibliotecárias, o que nunca imaginara, mesmo vindo de uma cidade onde não havia nenhum, e os poucos que se metiam a fazê-lo, eram péssimos exemplares da espécime!
A imagem da velha chata de óculos, com coque na cabeça fazendo "Psiu!" pra todo mundo, nunca foi o que imaginei por realidade, menos ainda, pro meu futuro profissional!
Mas o estereótipo que as pessoas transmitem aos quatro ventos não é nem de longe a realidade que vivemos!
Inicialmente responsável pela guarda do acervo de bibliotecas públicas, o profissional formado em Biblioteconomia, nos dias de hoje, pode ser definido como um mediador entre a sociedade e o conhecimento registrado nos mais diferentes tipos de materiais - desde o antigo livro impresso até os novos recursos da informática. Entre suas atribuições, estão o planejamento, a organização e a implantação de centros de documentação e acervos audiovisuais, mais a análise e o processamento de documentos variados. Há uma área da biblioteconomia que nunca foi tão falada como atualmente, a biblioteca escolar! Importantíssima e base dos alicerces do desenvolvimento crítico de ensino e aprendizagem e ferramenta na formação de cidadãos conscientes e participativos do mundo contemporâneo.
Agora, usar o estigma de que bibliotecárias são solteironas não está com nada! Até porque o que significa dizer que alguém é solteirona ou solteirão hoje em dia? O conceito que existia sobre o assunto além de não valer mais no mundo de hoje está totalmente démodé. Ser solteiro é opção, sim! E o perfil dos bibliotecários mudou muito, poucos ainda pensam que somos apenas "guardiões de livros" como no início do século passado. Hoje o moderno profissional da informação, segue a força propulsora das mudanças voltadas para o gerenciamento de unidades de informação. Com isso há mais responsabilidade individual e competitividade. Os profissionais da informação sõ inovadores e se tornam cada dia mais pró-ativos, críticos, atuando nas práticas interdisciplinares com a sociedade para ativa participação nas políticas sociais, científicas e educacionais. 
Não dá para vir com esse emblema ultrapassado, discriminatório e como disse Mário Mendes na reportagem Vestida para mandar, Veja de 06/10/2010, “nada lisonjeiro look ‘bibliotecária solteirona’” em pleno século 21. Se querem falar de moda, que usem conceitos e não padrões pré-estabelecidos a respeito de uma imagem não mais difundida principalmente quando indica o ser humano quer na escolha profissional, social ou pessoal.
Voltando ao filme, foi interessante, o pessoal do curso soube da representação de uma bibliotecária diretamente do Egito (Olha que chique!) e marcamos de ir juntos no cinema!!! Uma galera compareceu. Tá aí o trailer pra quem quiser dar uma espiadinha. É a Rachel Weisz no papel de Evelyn a bibliotecária falante,  impetuosa e corajosa que se arristou nas aventuras do filme em busca de conhecimento, junte a isso que foi tida como a reencarnação da rainha egípcia Ankhesenamon por sua beleza. Tudo bem que foi só uma encenação, mas quem poderia dar o rótulo de bibliotecária solteirona depois dessa para nós!?!?!?!

Esse post é a cópia de um email que recebi de uma colega de profissão. De tão interessante e por passar sua idéia de forma clara e objetiva resolvi manifestar com as palavras dela!

"Bom dia colegas gostaria muito que dessem uma lida nesta reportagem da veja.

A todas as bibliotecárias, solteironas ou não...
 
Boa noite,
 
Na literatura define-se Manifesto  como um texto de natureza dissertativa e persuasiva, uma declaração pública de princípios e intenções. O manifesto destina-se a declarar um ponto de vista, denunciar um problema ou conclamar uma comunidade para uma determinada ação. E é isto que me proponho...
 
Não de hoje que todos os cidadãos de bem têm lutado contra todo e qualquer tipo de discriminação, seja de credo, de raça, de opção sexual, de classe social, de tamanho de manequim,  de biotipo, de cor de cabelo, de time de futebol, enfim... de tudo o que possa ser caracterizado como pejorativo, ofensivo ou depreciativo.
 
Mais é sempre assim, uma geração luta contra este tipo de atitude, a outra geração usufrui as benesses destas conquistas e a terceira geração volta a perder o que foi conquistado ao longo dos anos.
 
Sou da geração que lutou, e ainda luta, contra estes tipos de preconceitos. E vou sempre me posicionar a respeito, cobrando também atitude de meus conhecidos.
 
No texto o (acho eu) jornalista Mário Mendes utiliza como esteriótipo pejorativo a profissão de "bibliotecária". Estou acostumada a este tipo de manifestação, mais nunca imaginei ler isto em um veículo dito como veículo de massa.
 
Li recentemente que o jornalismo oscila entre uma imagem romântica de árbitro social e porta-voz da opinião pública e a de empresa comercial com poucos escrúpulos que recorre a todo tipo de estratégia para chamar a atenção e multiplicar as vendas. Estou vendo percebendo para onde a balança anda pendendo ultimamente...
 
Estou certa de que para detonarem o estilo, moda, roupa ou seja lá o que for que eles acham que a Dilma deve ou não usar, poderiam ser utilizados conceitos concretos sobre "moda" sem a utilização de cliches antigos e discriminatórios como o que utilizaram.
 
Estou enviando este e-mail com cópia para a redação da Revista Veja e espero que todos, que não concordem com este ou qualquer outro tipo de preconceito, respondam para mim e para a referida revista.
 
Esta semana vamos dar a Revista Veja muito mais do que as dezenas de páginas de anúncios.
 
Pensando melhor, este e-mail não é só para as bibliotecárias, é para todas as pessoas que se encontram fora de qualquer padrão pré estabelecido que identifica sucesso na vida social...
 
 
 
NÃO IMPORTA...
"Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso.
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários.
Mas não me importei com isso.
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis.
Mas não me importei com isso.
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo."

Bertold Brecht (1898-1956)
"


E temos dito!!! 

Evite acidentes, faça tudo de propósito!

É ao mesmo tempo fascinante e amoral. Celebra a vida!


Essa que vos fala

Minha foto
Existe aqui uma mulher Uma bruxa, uma princesa Uma diva, que beleza! Escolha o que quiser Mas ande logo Vá depressa Nem se atreva A pensar muito O meu universo Ainda despreza Quem não sabe O que quer...

Atalho do Facebook

Sejam bem vindos!!!

"Já aviso, aqui a casa é ventilada, o coração é quente e as vontades têm a temperatura exata para os sonhos".
Vanessa Leonardi

Um lema

"Não me pergunte quem sou e não me peça para permanecer o mesmo".

Michel Foucault


Porque?

Pra pensar, pra desabafar, pra gritar pro mundo...
Pra compartilhar, pra chorar e pra rir de tudo!!!

tá procurando o quê?

"Apenas viver não é o suficiente, disse a borboleta, É preciso ter sol, liberdade e uma pequena flor!"

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